5 de dezembro de 2015


"SARAU" INCLUSIVO
O Sesc Piracicaba organiza, em parceria com a Colibri, Associação Brasil Parkinson- Núcleo Piracicaba uma manhã diferente. Trata-se de um encontro que propicia a integração social de portadores de doença de Parkinson e  um aprendizado de vida muito grande, com  depoimento e com mostra de trabalho musical da sra Jandyra S Ramos, no teclado, acompanhando os cantores Thereza F Chalitta e Alencar Pompermayer. É, ainda, a oportunidade de ouvir  os músicos da cidade, Douglas Simões e Mauri Camargo e de alegrar-se com o berrante do Basílio , com o Coral Tremendas Vozes e com o  Coral Vozes da Faceti ,de Capivari.

A apresentação do sarau será feita por Bill Jr, do programa ‘Café com viola’, da rádio  Educativa de Piracicaba, FM 105,9

Dia 6, domingo, 10h. Teatro do SESC Piracicaba- rua Ipiranga nº 155 - Entrada Grátis.

13 de outubro de 2015

Colibri participa de Jogos Municipais

               A Colibri- Associação Brasil Parkinson-Núcleo Piracicaba participou da XI Olimpíada Municipal da 3ª Idade, promovida pela  Secretaria de Esportes Lazer e Atividades Motoras de Piracicaba, durante o mês de setembro. A abertura dos jogos aconteceu no dia 1º, no Ginásio do Clube de Campo, com a presença de associados e amigos  da Colibri. Houve adesão às seguintes modalidades:
MALHA -   dupla:  Antônio Carlos Janine  e Marcelo Crestana
TRANCA - duplas: Antônio Carlos Janine   e Mario A Martins
                               Wladerlei Lacerda e Eduardo Nogueira
DOMINÓ - duplas: Mario A Martins e Dilma S.Ferreira
                               Silvia H R Simões e Melânia G. Sbompato
                               Nilda S. Modolo e João C.Palácio
                      MEDALHA DE OURO: Jufersina Ner Maciel(Jô) e Regina A. M. Sbompatto-    
                             
 Destaque especial para o prof. de dominó Mário Alonso Martins
NATAÇÃO -          Silvia H R Simões- MEDALHA DE BRONZE
                             -destaque especial para o prof. Neninho
BOCHA -  duplas: José Maria Luvizotto e Antônio Carlos Janine                              Wladerlei Lacerda e Dalton J. Arnaldo
BURACO - dupla: Wladerlei Lacerda e Eduardo Nogueira

               A Colibri parabeniza a todos os participantes que procuraram de alguma forma superar as dificuldades acarretadas pela Doença de Parkinson e brilharam pela coragem, confiança , companheirismo.

              Todos são grandes campeões.

              Confiram as fotos







 

















 


3 de fevereiro de 2015

Inauguração da Nova Sede Colibri

SEDE NOVA
BEM-VINDOS!!!!!!!!

Com muita satisfação , a Colibri inaugurou , dia 26 de janeiro, sua nova sede , na Rua Saldanha Marinho, nº 2295. É, ainda, com muita gratidão que externamos nossos agradecimentos a todos os voluntários e  amigos anônimo sque tornam possível iniciarmos um trabalho de melhor qualidade voltado a tantos parkinsonianos que procuram a Associação.
Não podemos, ainda,  deixar de agradecer à AMHPLA, que desde  2010 cedeu a antiga sede em comodato.  E ao Monsenhor Orivaldo Casini, que durante todo o 2º semestre de 2014 ofereceu um local na Paróquia Imaculada Conceição para a continuidade dos ensaios do Coral. Também nosso muito obrigado ao Alarme Andreolli que faz a manutenção de segurança da sede.
Por fim, nosso reconhecimento a todos vocês, parkinsonianos, amigos, familiares, voluntários, que fazem desta associação uma oportunidade de melhor qualidade de vida aos portadores de Doença de Parkinson.
Nossa admiração e respeito por todos vocês que fazem da Colibri um ponto de  encontro de amigos que se fortalecem na amizade e enfrentam com dignidade as ventanias da vida , mas continuam de pé.
Abaixo, seguem algumas fotos que documentam a alegre participação de associados e amigos  presentes ao evento.











1 de dezembro de 2014

Colibri realizou a quarta edição do bingo beneficente


A Colibri (Associação Brasil Parkinson - Núcleo Piracicaba) presta assistência às pessoas com doença de Parkinson. Essa doença é neurodegenerativa e provoca tremores, principalmente nas extremidades do corpo, desequilíbrios, entre outros sintomas constrangedores. Muitos parkinsonianos, por isso, se mantêm reclusos, visto que não têm uma aceitação positiva de sua doença. Uma das principais funções da instituição é incentivar essas pessoas a conviver com sua nova condição e rotina diária.

Para prosseguir com esse projeto, a Colibri conta com a colaboração de muitos voluntários que programam inúmeros eventos. Um exemplo disso é a realização de bingos para conseguir apoio financeiro aos inúmeros projetos desenvolvidos pela instituição. Neste ano, o bingo aconteceu no mês de setembro, no centro comunitário do bairro Jupiá, aqui em Piracicaba.

Essa foi a quarta edição do bingo. A presidente da instituição, Silvia Simões, explica que “há uma equipe de voluntários participantes de todas as etapas de organização. Todos os anos ele ocorre neste mesmo lugar, com o apoio do centro Comunitário do Jupiá e do grupo de terceira idade, liderados pelo Sr. Lacerda, também parkinsoniano”.

"O bingo é muito importante, pois é o principal gerador de recursos para dar continuidade dos trabalhos da Colibri e também é um momento de descontração entre famílias, conhecidos e voluntários da instituição", afirma Maria Lúcia D. G. P. Sant’Anna, vice-presidente da Colibri que, junto com Madalena P. Batista, organiza o bingo.


Neste ano, a Colibri alcançou um grande número de prendas e o espaço estava bem organizado. No local havia uma mesa com vários tipos de doces feitos por voluntários da instituição para aumentar os lucros. “É raro de ver hoje em dia um trabalho com tanta dedicação. Essa instituição é admirável", diz Sr. João Filho, morador do bairro Jupiá e participante do Bingo.


A partir do ano que vem há um projeto de realizar dois bingos no ano. Segundo uma das diretoras da Colibri, Vera Lúcia Gallina, “a realização do Bingo possibilita, além disso, a divulgação do trabalho da Associação de inclusão social dos portadores de doença de Parkinson”.

22 de outubro de 2014

Estudo aponta eficácia do canabidiol em pacientes com mal de Parkinson

Pesquisa constatou ausência de efeitos colaterais após uso da substância.
Descoberta abre nova possibilidade terapêutica, diz coordenador.


Uma pesquisa recente sobre o uso medicinal do canabidiol (CDB) mostrou que essa substância extraída da maconha pode ser eficaz no tratamento de pacientes com mal de Parkinson.  Segundo o professor José Alexandre Crippa, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da Universidade de São Paulo (USP), um dos coordenadores do estudo, pela primeira vez, o grupo de voluntários que ingeriu cápsulas contendo canabidiol apresentou melhoras na qualidade de vida e no bem-estar.
O estudo foi publicado em outubro na revista "Journal of Psycopharmacology", da Associação Britânica de Farmacologia.
O CDB é uma substância canabinoide existente na folha da Cannabis sativa - a maconha - que, de acordo com pesquisadores, não causa efeitos psicoativos ou dependência. O elemento possui estrutura química com grande potencial terapêutico neurológico, ou seja, pode ter ação ansiolítica (que diminui a ansiedade), antipsicótica, neuroprotetora, anti-inflamatória, antiepilética e agir nos distúrbios do sono. “Queríamos ver o efeito do canabidiol nos sintomas motores, por isso realizamos um ensaio clínico com pacientes com Parkinson”, explica Crippa.
O mal de Parkinson é uma doença neurodegenerativa que provoca tremores nas extremidades do corpo. Geralmente, 50% dos pacientes desenvolvem quadros de alteração cognitiva. “A pessoa altera a memória, a atenção, sofre efeitos de alteração motora na marcha, no equilíbrio. Além disso, 80% de pacientes com a doença adquirem depressão e transtorno comportamental de sono”, diz Crippa.
Durante seis semanas, a equipe monitorou 21 pacientes com Parkinson, divididos em três grupos - o primeiro recebeu 300 mg de canabidiol ao dia, o segundo 75 mg e o terceiro placebo (sem nenhum princípio ativo). Para que não houvesse influência psicológica e sim um efeito farmacológico eficaz, nem os pacientes, nem mesmo os médicos tinham conhecimento sobre quem estava tomando qual cápsula.
Um terceiro integrante da pesquisa numerou as substâncias e os dados foram cruzados apenas no final, quando foi constatada melhora no quadro dos pacientes que ingeriram canabidiol na dose de 75 mg, e ainda melhor na dose de 300 mg. “O mais importante é que o medicamento não apresenta efeito colateral, ao contrário dos já utilizados”, afirma Crippa.
Conforme o professor explica, as drogas atualmente usadas no tratamento da doença causam efeitos colaterais negativos, como a chamada discinesia tardia, que são movimentos repetitivos involuntários de extremidades, e movimentos da língua e mordidas nos lábios, além de sintomas psicóticos, como escutar vozes, ter delírios e mania de perseguição.
De acordo com o pesquisador, a descoberta abre uma nova possibilidade terapêutica para o mal de Parkinson, especialmente em casos refratários e mais graves, como quando a doença se manifesta na juventude, com a tendência de progredir de forma rápida e severa. “O canabidiol tem se mostrado eficiente para todas essas comorbidades. Seria a droga ideal”, afirma o pesquisador.
Viabilização
Segundo Crippa, o canabidiol deve ser regulamentado muito em breve e provavelmente até o final deste mês o Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) irão classificá-lo.
O professor acha importante ressaltar que o canabidiol não é maconha, é apenas uma substância presente na planta. Ele afirma que para evitar qualquer tipo de equívoco a respeito de sua aplicação um site sobre o assunto será lançado em breve. “Não existe maconha medicinal e sim substâncias medicinais. A maconha fumada invariavelmente traz danos à saúde. O uso crônico, principalmente de adolescentes, causa danos cerebrais e aumentam em 370% a chance de desenvolver esquizofrenia”, alerta.
Fonte: G1